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Bem, este post é um post com alguma raiva.
Raiva das pessoas a quem se tenta ajudar. No fundo, bem lá no fundo, afinal todos somos bons samaritanos. Uns de uma maneira e outros de outra.
Alguns morrem sem alguma vez o terem despoletado.
Eu já posso morrer ( rétorica querido Deus…frase retórica), porque já fui bom samaritano.
Umas dessas vezes, da boa samaritanice (já estou na fase de inventar palavras), cumpri à risca a máxima : “Cidadão seja profilático  e não deixe o mal grassar pela Terra . “. E eu fui…melhor pensei que tivesse sido.
Agora…estou como os macacos da figura…
“See no Evil, Hear no Evil and Speak no Evil”. E estou assim, não porque tenha calado a veia altruísta mas talvez porque neste momento, neste preciso momento em que me dedico a estas linhas, espero sinceramente que a pessoa profilaxiada ( ena, mais uma palavra nova…é desta que o Nobel me vem parar às mãos), leve com todo o conteúdo profiláctico em cima ( aka que leve nos cornos mesmo), para perceber de vez quem a quis ajudar.
Post confuso não é?
Deixem lá estar…é a vida. Mas deixo aqui a mensagem.
Jogar com os dados que nos são dados é uma habilidade tremenda…mas com os resultados mais inesperados. Este é um desses casos. Deram a uma pessoa, dados novos para jogar pois os que tinha estavam viciados.
Puro engano, a prenda foi rejeitada e sendo uma pessoa de hábitos ( digo eu), decidiu ficar-se pelos dados viciados que tinha.
E garanto…os dados novos tinham mais hipótese de dar um resultado mais apropriado!
Não aceitou … azar. QUE LEVE COM ELES!
Eu cumpri o meu dever de cidadão!